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você sabe o que é envelhecimento ativo?

No mundo todo, as populações estão passando por um processo de envelhecimento. No Brasil, em especial, esta mudança está ocorrendo de forma cada vez mais rápida.

Em 1940, os idosos representavam apenas 2,5% dos brasileiros. Em 2010, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esta parcela saltou para 10,8%. E não para por aí.

A estimativa é que este número de idosos se torne mais de três vezes maior dentro dos próximos 20 anos.
Este rápido crescimento levanta uma série de questões, tanto para quem já é idoso quanto para quem, inevitavelmente, um dia também será. Uma delas, e talvez a principal, é compreender que este é um processo natural que não pode ser evitado, mas pode e deve ser muito bem planejado.

Este planejamento envolve, sem dúvidas, a preservação da autonomia e independência. Segundo a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), autonomia pode ser definida como a habilidade de controlar, lidar e tomar decisões pessoais sobre como se deve viver, de acordo com suas próprias regras e preferências. Já independência é entendida como a habilidade de executar funções relacionadas à vida diária, com alguma ou nenhuma ajuda de outras pessoas.

Ou seja, a capacidade funcional do idoso é definida não somente por estar fisicamente ativo, mas também pela participação nas questões sociais, econômicas, culturais, espirituais e civis.

Para englobar tudo isso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) adotou o termo “envelhecimento ativo”. Trata-se de algo mais abrangente que “envelhecimento saudável”, pois, além da saúde, o termo assume que outros fatores, como participação, dignidade e independência, afetam diretamente a forma como as populações envelhecem.

Isso significa que o envelhecimento ativo torna a questão muito mais abrangente, assumindo que pessoas mais velhas que se aposentam e aquelas que apresentam alguma doença ou vivem com alguma necessidade especial podem seguir contribuindo ativamente para a sociedade. Ou seja, inclui indivíduos mais frágeis ou fisicamente incapacitados em um modelo de envelhecimento mais participativo.

Esta abordagem, então, muda o foco dado ao planejamento para esta fase da vida, deixando para trás a ideia de que as pessoas mais velhas são apenas passivas neste processo, para buscar uma abordagem baseada nos direitos que os mais velhos têm a oportunidades e participação em todos os aspectos cotidianos à medida que os anos passam.

Como você pode imaginar, esta não é uma mudança que depende somente do indivíduo, mas de grandes transformações que envolvem família, governos e a sociedade como um todo.

Que tal, então, tornar-se um agente transformador em prol do envelhecimento ativo? Em uma sociedade que envelhece cada vez mais, este seguramente é um investimento que pode fazer toda a diferença no futuro.

 

Fonte: Mude 1 Hábito

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